domingo, 28 de setembro de 2008

Adeus Paul...


Triste noticia morreu nos EUA, o ator Paul Newman, para quem não sabe Paul era considerado uma das últimas lendas vivas do cinema americano.
Para os que gostam de filmes clássicos (assim como eu) ,é possível citar sem pensar mais de uma dúzia de ótimos filmes "Marcado Pela Sarjeta", "Gata em Teto de Zinco Quente", "O Doce Pássaro da Juventude", "Butch Cassidy e Sundande Kid", "Um Golpe de Mestre", "O Veredito", "Desafio à Corrupção", "A Cor do Dinheiro", são apenas alguns dos poucos que eu lembro agora.
Outra faceta inusitada de Paul era sua paixão pelo automobilismo, foi piloto e dono de equipe (lembro de quando eu era moleque e assistia as corridas de formula INDY, onde o Michael Andretti pilotava sua NEWMAN-HASS,e ganhava quase tudo...)
Grande Paul vai com Deus!Esse humilde bloguinho deixa registrada uma pequena homenagem, espero que gostem!

sábado, 27 de setembro de 2008

Garota bonita, espere por mim...

Deu um trabalho danado achar esse video do INXS (5 longoooos minutos de procura no youtube...rs), mas achei o video clip original dessa música maravilhosa,dessa banda australiana que é uma de minhas preferidas, boa diversão!!!

domingo, 21 de setembro de 2008

Poemas para miguxos volume III


MÃOS DADAS
Carlos Drumond de Andrade

Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considere a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.
Não serei o cantor de uma mulher, de uma história.
não direi suspiros ao anoitecer, a paisagem vista na janela.
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida.
não fugirei para ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente.


maUxXx DADaxXx
KARLUxXx dRumonD DI AndraDi

naUM sEREi u poeTAh dI 1 MunDU KADUcU......
tB NAuM KANTaREI u mUnDu FuTURu......
ToW PreSu a vidAh i oLHU meuxXx kOmPanHEIRuxXx
TAUM TACITUrnuxXx maxXx NuTreM gRAndixXx esPeRANXXAxXx......
entrE elexXx...KONsideRe a ENorme rEALIDaDI......
U PrESeNtI Eh TauM gRANDi...NaUm NUxXx AfAStEmUxXx......
NaUM NuxXx AFASTEmUxXx MtU...vAmUxXx di mAUxXx daDaxXx......
NaUm SEreI U kantOr Di 1 mULhe...dI 1 HisToriah......
nauM direI SUspIRUxXx Au anoitEcE...a PAisAGI VistAh naH jAnElAH......
NAUM dIsTRibuIREI entOrpecenTixXx ou KarTaxXx di suiCIDaH......
nAUm fUgIREI pRah iLhaxXx nem SeReI RAPtAdEeNhU PoR SeraFinxXx......
u teMPU eH A MiNHAH MAtERiAh...U TEMPu pResEnti...uxXx HOmEnxXx prESenTIxXx,
A VIdAh PReSenti............

"Ensaio sobre a Cegueira", ou será "Blindness"


Filmaço. Essa é a melhor definição que pude encontrar em uma palavra, para descrever o filme de Fernando Meirelles baseado na obra honônima de José Saramago, como já publiquei no blog, sou um péssimo resenhista (afinal não sou nada imparcial com as coisas que gosto) seque abaixo a resenha da Angélica Bito retirada do site cineclick.uol.com.br



ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA
Por Angélica Bito
criticas@cineclick.com.br
Fernando Meirelles tinha um grande desafio em mãos quando foi contratado para dirigir Ensaio Sobre a Cegueira: traduzir em imagens uma história magistralmente descrita em palavras por José Saramago num de seus mais reconhecidos livros. Narrada com destreza única pelo escritor português, é a primeira vez que ganha as telas de cinema. O livro, tão particular em narrativa e desenvolvimento, nunca havia sido adaptado ao cinema por isso e também pelo fato do escritor ter confiado a estes produtores a tarefa. Sorte a dele e a nossa, pois Meirelles supera muito bem o desafio neste seu novo trabalho, apresentando uma adaptação no mínimo digna e respeitosa do livro na qual se baseia.

Os personagens de Ensaio Sobre a Cegueira não têm nome como uma forma do autor em negar qualquer tipo de vínculo que possam ter com quem toma contato com a história, único compromisso da obra. Ela começa quando um homem - o Primeiro Cego (Yusuke Iseya) - deixa de enxergar em meio ao trânsito de uma metrópole (quem mora em São Paulo é capaz de enxergar as referências e locações, mas a idéia é ambientar a história numa grande cidade sem identificação, assim como os personagens). Um homem (Don McKellar, também autor do roteiro), que mais tarde é revelado como o Ladrão, o leva para casa. Acompanhado da esposa (Yoshino Kimura), o Primeiro Cego é levado para uma consulta a um oftalmologista (Mark Ruffalo); logo na sala de espera, já temos contato com os personagens que farão parte do restante da narrativa: a Rapariga dos Óculos Escuros (Alice Braga), o Velho de Tapa-Olho (Danny Glover), o Menino de Óculos (Mitchell Nye) e a Recepcionista (Maury Chaykin). Sem nome nem passado, os personagens são revelados ao espectador por meio de seus atos. O que importa é como se comportam em meio ao caos, já que é numa situação como estas que as máscaras caem efetivamente. Ninguém está olhando mesmo.

Aos poucos, o pequeno núcleo na sala de espera do Médico começa a demonstrar a mesma cegueira branca contraída pelo Primeiro Cego. Um a um, todos deixam de enxergar, passando a ter a sensação de estar "nadando num mar de leite", como um dos personagens descrevem. Caem por terra todas as distinções de classe ou poder. Exceto uma pessoa: a Mulher do Médico (Julianne Moore). Rapidamente, o que era um caso isolado é levado à estância de epidemia e o governo é obrigado a transformar um antigo manicômio num local de quarentena, onde os atingidos pela epidemia são isolados para que ela não se espalhe, pelo menos até que a situação seja controlada. A Mulher do Médico, única a enxergar, é quem guia (ou tenta, no caso) os personagens pela jornada que acompanhamos em Ensaio Sobre a Cegueira.

O filme não se propõe a responder, mas sim questionar, especialmente a natureza humana. Por meio da montagem e do trabalho de desgaste visual do figurino e cenários, Ensaio Sobre a Cegueira deixa claro como a humanidade tende a caminhar ao caos uma vez que não existem mais regras nem moral. Quando todos deixam de enxergar, é como se ocorresse uma implosão dentro da sociedade e o caos é estabelecido, não somente junto aos infectados, mas também junto a quem tenta não ficar cego. Neste caso, cabe questão da personagem tão bem interpretada por Julianne Moore: neste caso, pior é ser o único a ver.

Muitas passagens violentas e degradantes do livro de Saramago são traduzidas com sucesso pelas imagens de Meirelles. O diretor trabalha o tempo inteiro com a falta de foco e o enquadramento das imagens, que, à primeira vista, parecem erros, mas estão lá para darem a impressão que as imagens foram captadas por um cego. As cores são ausentes, exceto pelas primeiras imagens, que focam um semáforo mudando de cores. Tons de cinza, branco e bege se revezam na tela no figurino e cenários, dialogando diretamente com a presença intensa de luzes brancas. Ao mesmo tempo, existe um trabalho elaborado fotografia - cuja direção é assinada por César Charlone -, que constrói cenas dialogando com as texturas e transparências dos ambientes.

A fim de criar essa cidade que entra no caos durante a epidemia de cegueira, Ensaio Sobre a Cegueira filma pontos normalmente movimentados de São Paulo num vazio absoluto, o que causa uma estranheza incômoda em quem conhece a cidade. Não que o filme vá funcionar melhor junto a este grupo, mas com certeza esse sentimento que causa ver o Minhocão vazio, por exemplo, contribui para que o espectador sinta o desconforto proposto pelo filme. Desconforto semelhante ao causado por sua primeira exibição mundial, no Festival de Cannes, onde foi recebido com opiniões divididas. Tanto que Meirelles aplicou duas mudanças pontuais para chegar à versão do longa que vemos algo em circuito: a exclusão de uma violenta cena de estupro e a narração do Velho de Tapa-Olho, reduzida a poucos minutos do filme.

Ao ter sucesso na adaptação cinematográfica neste tão difícil livro de José Saramago, Fernando Meirelles não somente vence um desafio, mas mostra novamente por que é um dos melhores cineastas em atividade - independente da nacionalidade

Esses americanos não tem mais o que inventar...

a série "will it blend" (algo como "será que vai misturar") é bem conhecida de quem (assim como eu) frequenta constantemente o youtube, o grande lance é colocar qualquer coisa (qualquer coisa mesmo!!) dentro de um liquidificador e ver o que resulta da mistura.Neste vídeo o ápice do programa no youtube a vitima da vez é um pequeno sonho de consumo.Só uma última recomendação aos de coração fraco o vídeo tem cenas fortes principalmente para os amantes da Apple, bom divertimento (ou não..rs)

É uma partida de paintball!!!!!!


To dolorido até agora, meu punho está roxo, mas a muito tempo não fazia nada tão divertido quanto jogar paintball!

Para quem está acostumado com jogos de tiro virtuais até que me sai bem (exagero!!!!!!), o melhor de tudo é ver como mesmo sendo adultos os vinte marmanjos (e marmanjas) pareciam crianças brincando de policia e bandido, mas com balas de tinta (que não estavam estourando quando nos acertavam e mais pareciam balas de borracha...rs).

Um conselho para os que forem jogar paintball, evitem jogar de noite, uma vez que normalmente já é dificil de enxergar alguma coisa com o capacete te apertando, ao correr então a viseira embaça e ai é firefriend até não querer mais (o que tbm é muito, mas muito divertido!!).

A marmanjada da qual faço parte já combinou e no proximo mês mudaremos de esporte agora será a vez do cart (imagino o show de falta de habilidade que será isso!!!)