terça-feira, 30 de setembro de 2014

É Preciso sempre ter razão?



Quanto custa ter sempre razão?

Em algum momento, paramos para analisar esta questão? Já pensamos quais são as consequências de sempre querer provar que estamos certos?
É claro que defender um ponto de vista é corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, é mesmo saudável.
Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, são posturas naturais e comuns nas nossas relações cotidianas.
Porém, quando essa atitude supera todas as barreiras, está sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a razão, qual o preço a ser pago?
Quantas vezes nos aborrecemos com alguém pelo simples fato de querermos convencê-lo de que ele está errado em sua forma de pensar?
Quem de nós não se pegou transformando uma discussão tranquila em um afrontamento pessoal?
Ou ainda, quantas vezes não elevamos o tom da conversa, nos tornamos ríspidos no enfrentamento de ideias?
Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.
Quatro pessoas, cegas de nascença, ao serem colocadas junto a um elefante vão conseguir relatar o que puderem tocar do animal.
Se não lhes derem a oportunidade de perceber as diferenças entre orelha, cauda, tromba, corpo, terão apenas uma ideia parcial.
Não estarão erradas, apenas cada uma terá somente parte da razão.
Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percepção, a nossa capacidade de análise.
Não quer dizer que estejamos errados ou que não tenhamos razão em nossos argumentos.
Porém não podemos esquecer de que o outro tem sua própria forma de ver, seus valores, suas ideias.
Enfrentar-se nessas situações, será o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, é o desejo de impor nosso raciocínio, nossa argumentação.
Inúmeras vezes, em nome de desejarmos provar que a razão nos pertence, usamos nossa palavra como quem está numa batalha, não desejando nunca perder.
Ter sempre razão às vezes custa o preço de uma amizade.
Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da relação.
Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflexões, pode causar fissuras nas relações familiares.
Assim, antes de buscarmos ter razão, melhor buscarmos a preservação da harmonia.
Antes de querermos ser vencedores em nossa argumentação, melhor que tenhamos paz de espírito.
A verdade, mais dia, menos dia, se fará presente, duradoura, perene.
Assim, mesmo quando toda a razão nos pertença, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.
Talvez, o melhor, em determinadas situações, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de validação para buscar compreender o próximo.
Ao assim procedermos, poderemos entender o porquê dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas relações.
Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecessários ao nosso coração.

Redação do Momento Espírita.
Em 12.9.2014.

domingo, 28 de setembro de 2014

Egrégora




Estou lendo um livro fantástico do Mestre De Rose, e senti no coração de reproduzir este trecho onde ele elucida de forma simples o que vêm a significar a palavra egrégora.

Karma coletivo e egrégora
Amigo de todo mundo não é amigo de ninguém.
Schopenhauer
Egrégora provém do grego egrégoroi e designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade. Todos os agrupamentos humanos possuem suas egrégoras características: todas as empresas, clubes, religiões, famílias, partidos etc.
Egrégora é como um filho coletivo, produzido pela interação “genética” das diferentes pessoas envolvidas. Se não conhecermos o fenômeno, as egrégoras vão sendo criadas a esmo e os seus criadores tornam-se logo seus servos, já que são induzidos a pensar e agir sempre na direção dos vetores que caracterizaram a criação dessas entidades gregárias. Serão tanto mais escravos quanto menos conscientes estiverem do processo. Se conhecermos sua existência e as leis naturais que as regem, tornamo-nos senhores dessas forças colossais.
Por axioma, um ser humano nunca vence a influência de uma egrégora caso se oponha frontalmente a ela. A razão é simples. Uma pessoa, por mais forte que seja, permanece uma só. A egrégora acumula a energia de várias, incluindo a dessa própria pessoa forte. Assim, quanto mais poderoso for o indivíduo, mais força estará emprestando à egrégora para que ela incorpore às dos demais e o domine (“Quanto mais forte for a tora de madeira, mais energia dará ao fogo que a consome”, livro Sútras, DeRose).
A egrégora se realimenta das mesmas emoções que a criaram. Como ser vivo, não quer morrer e cobra o alimento aos seus genitores, induzindo-os a produzir, repetidamente, as mesmas emoções. Assim, a egrégora gerada por sentimentos de revolta e ódio, exige mais revolta e mais ódio. No caso das facções extremistas, por exemplo, são os intermináveis atentados. No das revoluções, frequentemente, os primeiros líderes revolucionários a alcançar o poder, passam de herois a traidores. Terminam os seus dias exatamente como aqueles que acabaram de destronar (segundo Richelieu, ser ou não ser um traidor, é uma questão de datas).
Já a egrégora criada com intenções sãs, tende a induzir seus membros a continuar sendo saudáveis. A egrégora de felicidade, procura “obrigar” seus amos a permanecer sendo felizes. Dessa forma, vale aqui a questão: quem domina a quem? Conhecendo as leis naturais, você canaliza forças tremendas, como o curso de um rio, e as utiliza para produzir energia em seu benefício.
A única maneira de vencer a influência da egrégora é não se opor frontalmente a ela. Para tanto, é preciso ter Iniciação, estudo e conhecimento suficiente sobre o fenômeno. Como sempre, as medidas preventivas são melhores do que as corretivas. Portanto, ao invés de querer mudar as características de uma determinada egrégora, o melhor é só gerar ou associar-se a egrégoras positivas. Nesse caso, sua vida passará a fluir como uma embarcação navegando a favor da correnteza. Isso é fácil de se conseguir. Já que a egrégora é produzida por grupos de pessoas, basta você se aproximar e frequentar as pessoas certas: gente feliz, descomplicada, saudável, de bom caráter, boa índole. Mas também com fibra, dinamismo e capacidade de realização; sem vícios nem mentiras, sem preguiça ou morbidez. O difícil é diagnosticar tais atributos antes de se relacionar com elas.
Uma vez obtido o grupo ideal, todas as egrégoras geradas ou nas quais você penetre, vão induzi-lo à saúde, ao sucesso, à harmonia e à felicidade.
Os antigos consideravam a egrégora um ser vivo, com força e vontade próprias, geradas a partir dos seus criadores ou alimentadores, porém, independente das de cada um deles. Para vencê-la ou modificá-la, seria necessário que todos os genitores ou mantenedores o quisessem e atuassem nesse sentido. Acontece que, como cada um individualmente está sob sua influência, praticamente nunca se consegue superá-la.
Se você ocupa uma posição de liderança na empresa, família, clube etc., terá uma arma poderosa para corrigir o curso de uma egrégora. Poderá afastar os indivíduos mais fracos, mais influenciáveis pelos condicionamentos impostos pela egrégora e que oponham mais resistência às mudanças eventualmente propostas. É uma solução drástica, sempre dolorosa, mas, às vezes, imprescindível.
Se, entretanto, você não ocupa posição de liderança, o mais aconselhável é seguir o ditado da sabedoria popular: os incomodados que se mudem. Ou seja, saia da egrégora, afastando-se do grupo e de cada indivíduo pertencente a ele. Isso poderá não ser muito fácil, mas é a melhor solução.
Outro fator fundamental neste estudo é o da incompatibilidade entre egrégoras. Como todo ser humano está sujeito a conviver com a influência de alguns milhares de egrégoras, a arte de viver consiste em só manter no seu espaço vital egrégoras compatíveis. Sendo elas forças grupais, um indivíduo será sempre o elo mais fraco. Se estiverem em dessintonia umas com as outras, geram um campo de força de repulsão e, se você está no seu comprimento de onda, ao repelirem-se mutuamente, elas rasgam-no ao meio, energeticamente. Dilaceram suas energias, como se você estivesse sofrendo o suplício do esquartejamento, com um cavalo amarrado em cada braço e em cada perna, correndo em direções opostas.
Esse esquartejamento traduz-se por sintomas, tais como ansiedade, depressão, nervosismo, agitação, insatisfação ou solidão. Num nível mais agravado, surgem problemas na vida particular, familiar, afetiva, profissional e financeira, pois o indivíduo está disperso e não centrado. No grau seguinte, surgem neuroses, fobias, paranoias, psicopatologias diversas, que todos percebem, menos o mesclante. Finalmente, suas energias entram em colapso e surgem somatizações concretas de enfermidades físicas, das quais, uma das mais comuns é o câncer.
Isso tudo, sem mencionar o fato de que duas ou mais correntes de aperfeiçoamento pessoal, se atuarem simultaneamente sobre o mesmo indivíduo, podem romper seus chakras, já que cada qual induz movimento em velocidades, ritmos e até sentidos diferentes nos seus centros de força.
Com relação à compatibilidade, há algumas regras precisas, das quais pode ser mencionada aqui a seguinte: as egrégoras semelhantes são incompatíveis na razão direta da sua semelhança; as diferentes são compatíveis na razão direta da sua dessemelhança. Você imaginava o contrário, não é?
Todo o mundo se engana ao pensar que as semelhantes são compatíveis e ao tentar a coexistência de forças antagônicas, as quais terminam por destruir o estulto que o intentara.
A melhor demonstração da regra acima é o João do exemplo já citado. Ele, como um homem normal, tem uma egrégora de família, uma de profissão, uma de religião, uma de partido político, uma de clube de futebol, uma de etnia, uma de país e assim sucessivamente. Como são diferentes entre si, conseguem coexistir sem problemas. Aquele homem poderia ter qualquer profissão e qualquer partido político, torcer por qualquer clube e frequentar qualquer igreja.
Agora relembremos o caso oposto, também já citado. Esse mesmo homem resolve ter duas famílias, torcer por vários times de futebol, pertencer a partidos políticos opostos, exercer várias profissões simultaneamente e ter diversas religiões, por exemplo, ser evangélico, muçulmano e hindu ao mesmo tempo! Convenhamos que a pessoa em questão é psiquiatricamente desequilibrada. Não obstante, é o que muita gente faz quando se trata de seguir correntes de aperfeiçoamento interior: a maioria acha que não tem importância misturar aleatoriamente Yôga, tai-chi, macrobiótica, teosofia e quantas coisas mais se lhe cruzarem pela frente. Então, bom proveito na sua salada mista!

Texto retirado do livro KARMA E DHARMA, de autoria do Mestre DeRose.


sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Sol de Primavera



(Composição: Beto Guedes / Ronaldo Bastos)

Quando entrar setembro
E a boa nova andar nos campos
Quero ver brotar o perdão
Onde a gente plantou
Juntos outra vez
Já sonhamos juntos
Semeando as canções no vento
Mesmo assim não custa inventar
Uma nova canção
Que venha nos trazer
Sol de primavera
Abre as janelas do meu peito
A lição sabemos de cor
Só nos resta aprender
Quando entrar setembro
E a boa nova andar nos campos
Quero ver brotar o perdão
Onde a gente plantou
Juntos outra vez
Já sonhamos juntos
Semeando as canções no vento
Quero ver crescer nossa voz
No que falta sonhar
Já choramos muito
Muitos se perderam no caminho
Mesmo assim não custa inventar
Uma nova canção
Que venha nos trazer
Sol de primavera
Abre as janelas do meu peito
A lição sabemos de cor
Só nos resta aprender

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

A CRIANÇA QUE EXISTE DENTRO DE NÓS!!!



Grande Homem é aquele que não perdeu o Coração de Criança.

Todo mundo carrega dentro de si uma criança.
E todo mundo aprende a reprimi-la para ser adulto....
Crescemos e "temos" que ser sérios.
Quantas vezes você já não ouviu alguém dizer: "deixe de criancice!"?
E desde quando precisamos deixar de ser crianças?

Ria de você mesmo, seja "ridículo",
brinque na chuva, de fazer castelos na areia, de fazer castelos no ar...
sonhe, faça bagunça no meio da rua, cante na hora que der vontade,
converse com você mesmo como se tivesse conversando com um amiguinho
assista desenho animado e veja a sua vida
como se ela fosse um desenho animado,
brinque com uma criança... como uma criança...

Fique feliz simplesmente por ficar,
sorria e ria sem motivo,
ria de você, dos seus dramas, do ridículo das situações...

E acredite na pureza do ser humano...
na pureza de criança que talvez esteja escondida,
mas que existe em cada um de nós.

Para alguns você vai parecer louco, bobo ou infantil...
mostre a língua para esses "alguns" e diga,
como uma criança: "sou bobo mas sou feliz!"

Esses "alguns" com certeza têm uma criança maluquinha,
doida pra fazer bagunça também.

A vida já é muito complicada para vivermos sérios e carrancudos.

E isso tudo não é deixar de viver com seriedade...
é viver com a leveza de uma criança
e obrigações de adulto.

Fica muito mais fácil viver assim.

Então, coloque uma panela na cabeça
e solte o menino(a) maluquinho(a) que existe dentro de você!
Só não vale subir no muro e achar que sabe voar, né?

(texto extraído do blog mundinhodacriança.net)

sábado, 20 de setembro de 2014

E por falar em Paciência



Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para...
Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...
Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...
O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para não...
Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para...
A vida não para...

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Zak Ebrahim: Sou filho de um terrorista. Veja como escolhi a paz



Se você for criado em dogma e ódio, será que consegue escolher um caminho diferente? Zak Ebrahim tinha só sete anos quando seu pai ajudou a planejar o bombardeamento do World Trade Center em 1993, que matou 6 pessoas e feriu mais de mil. Sua história é chocante, poderosa e enfim, inspiradora.



terça-feira, 16 de setembro de 2014

Paciência



Você se julga uma pessoa paciente?
Não tenha pressa de responder, mas ouça atentamente a historieta que vamos contar.
Um homem estava passando por uma séria dificuldade financeira.
Já há algum tempo andava desempregado e, devido a sua idade, estava sendo muito difícil arranjar um emprego.
Há dias que não fazia uma refeição decente e o desânimo havia tomado conta de sua vontade, por isso perambulava, agora, pelas ruas, sem destino.
Num dado trecho do caminho, enxergou no chão o que pareceu ser uma nota de dinheiro.
Correu em direção ao papel e viu que se tratava de uma cédula de valor.
Não era muito, mas, antes de recolhê-la da calçada, olhou por todos os lados, para ver se ninguém por perto reclamava a falta do dinheiro.
Não, não havia ninguém com ar de ter perdido alguma coisa.
O homem pensou: É bom demais para ser verdade!
Apesar da quantia não ser tão expressiva, já serviria para amenizar-lhe a fome naquele dia.
Quase num sobressalto, ajuntou a nota, desamassando-a.
Porém, que decepção! A nota, na verdade era apenas a metade da cédula.
Irritado, rasgou em pedacinhos o pedaço de papel, jogando-os num bueiro.
Continuou a caminhada, amolentado, esbravejando em pensamento.
Contudo, alguns metros adiante, para surpresa sua, encontraria a mesma nota. Era a outra metade da primeira!
*   *   *
Os grandes problemas da impaciência são as perdas que o impaciente sofre.
A primeira delas é, obviamente, a perda da serenidade.
Sem serenidade, não temos condições de avaliar com frieza as circunstâncias que nos envolvem, de modo que possamos enxergar as saídas e soluções possíveis.
Perdendo a serenidade,  perdemos também o bom senso.
Sem o bom senso,  nos tornamos impotentes, ou apenas nos sentimos impotentes.
Paciência é respeito.
Respeito aos outros e a nós mesmos.
Seja paciente você também.
Você verá que é muito mais produtivo trabalharmos pacientemente do que nos irritarmos com o que não será modificado do dia para a noite.
Ademais, quem não sabe esperar, também não sabe usufruir!
*   *   *
Tomas Edison, o grande inventor, já estava na tentativa número seiscentos e sete para incandescer um filamento e conseguir inventar a lâmpada.
O seu assistente, cansado, insistiu para que ele desistisse.
Edison perseverou. Resultado: dessa vez, o invento alcançou êxito.
Você acaba de perceber o que a paciência pode conseguir.
A pessoa paciente é aquela que aguarda o momento certo de agir, a hora ideal para falar e o instante oportuno de calar.
Paciência não significa passividade, indolência ou subserviência.
Paciência é a atitude inteligente de quem compreende que as pessoas nem sempre são como os outros desejariam que fossem.

Redação do Momento Espírita.
Em 25.7.2012.

domingo, 14 de setembro de 2014

BABA YETU

Baba Yetu é uma tradução do Pai Nosso para o Swahili, uma das diversas línguas da África cantada pelo coral gospel de Soweto em companhia da Royal Philharmornic Orchestra, composta por Christopher Tin, é também a  primeira música de vídeo games a ser ganhadora do Grammy (“Melhor arranjo instrumental acompanhado por vocalistas”).




Baba Yetu

CHORUS
Baba yetu, yetu uliye
Mbinguni yetu, yetu, amina!
Baba yetu, yetu, uliye
Jina lako litukuzwe.
(x2)

Utupe leo chakula chetu
Tunachohitaji utusamehe
Makosa yetu, hey!
Kama nasi tunavyowasamehe
Waliotukosea usitutie
Katika majaribu, lakini
Utuokoe, na yule, milelea milele!

CHORUS

Ufalme wako ufike utakalo
Lifanyike duniani kama mbinguni. (Amina)

CHORUS

Utupe leo chakula chetu
Tunachohitaji utusamehe
Makosa yetu, hey!
Kama nasi tunavyowasamehe
Waliotukosea usitutie
Katika majaribu, lakini
Utuokoe, na yule, simama mwehu

Baba yetu, yetu, uliye
Jina lako litukuzwe.
(x2)

Pai Nosso

REFRÃO:
Pai Nosso, Jesus que estas no Céu.
Pai Nosso, Jesus, Amém!
Pai Nosso, Jesus que estas no Céu.
Santificado seja o teu nome.
(x2)

O pão nosso de cada dia nos daí hoje.
Perdoai-nos as nossas ofensas.
Nossos Erros, Hey!
Assim como nós perdoamos
Quem tem ofendido não nos
Deixeis cair em tentação, mas
Livrai-nos do mal, e você são para sempre e sempre!

REFRÃO

Seu reino vem, será feito o seu
Na Terra como no céu. (Amém)

REFRÃO

O pão nosso de cada dia nos daí hoje.
Perdoai-nos as nossas ofensas.
Nossos Erros, Hey!
Assim como nós perdoamos
Quem tem ofendido não nos
Deixeis cair em tentação, mas
Livrai-nos, da paragem, de loucura

Pai Nosso, Jesus que estas no Céu.
Santificado seja o teu nome.
(2x)

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Bola de Meia Bola de gude

A criança interior tem o poder de nos fazer sair da inércia da vida adulta e olhar para as coisas com mais simplicidade!



Essa música que está no hall das minhas prediletas fala justamente deste poder do moleque que mora dentro do coração de cada um de nós! Destaque para o vídeo-clipe, realizado pelo projeto Projeto 3 Clipes - 1 Curta.

3 Clipes - 1 Curta são três videoclipes, de três artistas diferentes (Arnaldo Antunes, Fernanda Takai em parceria com Andy Summers (The Police) e Milton Nascimento), produzidos em diferentes técnicas de animação, que juntos formam um curta-metragem.

Pensado para ser assistido na ordem em que se desejar (ou em várias delas), cada clipe foi produzido utilizando diferentes técnicas de animação (stopmotion, rotoscopia e 2D tradicional). A ligação entre as histórias em 3 Clipes - 1 Curta fica por conta de elementos comuns aos três roteiros. É como a união de três olhares diferentes sobre o mesmo tema. Ao final, quem é quem nessa trama, o que veio antes, o que veio depois e o porquê de muitas coisas ficam à cargo do espectador interpretar.

São infinitas histórias dentro de uma só. Invente a sua!

Assista aos outros clipes do curta aqui:
A Casa é Sua - Arnaldo Antunes | http://youtu.be/Y-xVpQ1KRWw
Pra Não Esquecer - Fernanda Takai & Andy Summers | http://youtu.be/U_rZ2PlHox8

O filme é uma realização do estúdio visual especializado em produzir materiais para o meio musical Cia de Canalhas. Teve como responsável pela captação integral do projeto a empresa Sunset Cultural e tem patrocínio integral da Tradener - Comercialização de Energia. A produção é assinada por Marcia Kohatsu e os três clipes têm a direção de Carlon Hardt e Lucas Fernandes.

FICHA TÉCNICA:

- MÚSICA
Autores: Milton Nascimento / Fernando Brant
Editor original: 3 Pontas (Dubas) / Nascimento (EMI)
Gravadora: Sony Music

- VIDEOCLIPE
DIREÇÃO | Carlon Hardt e Lucas Fernandes
PRODUÇÃO | Márcia Kohatsu
ROTEIRO| Carlon Hardt e Lucas Fernandes
DIREÇÃO DE ARTE | Carlon Hardt e Lucas Fernandes
PESQUISA | Carlon Hardt, Lucas Fernandes e Márcia Kohatsu
CONSULTORIA ARQUITETÔNICA | Marlos Hardt
DIREÇÃO DE ANIMAÇÃO | Carlon Hardt, Jonas Brandão e Lucas Fernandes
ANIMAÇÃO | SPLIT STUDIO PRODUÇÃO | Vanessa Remonti ASSISTENTE DE PRODUÇÃO | Carol Consul LAYOUT (ESTUDOS) | Welton Santos, Felipe Zanfelice e Toco Alves ANIMAÇÃO | Heloisa Midori e Hugo Takahashi
ANIMAÇÃO | CIA DE CANALHAS ANIMAÇÃO | Carlon Hardt e Lucas Fernandes INTERVALAÇÃO | Elaine Dino, Eliane Dino e Isabel Gennaro
CENÁRIOS | Carlon Hardt e Lucas Fernandes
ANIMAÇÃO CENÁRIOS | Henrique Neumann
PÓS-PRODUÇÃO | Henrique Neumann
TRATAMENTO | Carlon Hardt e Lucas Fernandes
STORYBOARD | Carlon Hardt e Lucas Fernandes
ANIMATIC | Carlon Hardt e Lucas Fernandes
SONOPLASTIA ABERTURA/CRÉDITOS | André Nigro e Carlon Hardt
ASSESSORIA JURÍDICA | Letícia Borges
CAPTAÇÃO DE RECURSOS | Sunset Cultural
AGRADECIMENTOS | Tradener Comercialização de Energia, Birdo, Carlos Hardt, Carol Mira, Clóvis Severo Brudzinski, Danilo Nuha, Erik Fillies, Letícia Peret Antunes Hardt, Marco Lobo, Mauro Fernandes Siqueira, Milton Nascimento, Open the Door, Sonia Barcellos Siqueira, Sunset Cultural, Virginia Moraes

REALIZAÇÃO:
Lei de Incentivo à Cultura / Ministério da Cultura - Brasil

APOIO:
Monia Quaggio Miniaturas
mini:Brasil
Nigrooves
Porto a Porto
Sunset Cultural
Vindouro

PATROCÍNIO:
Tradener Comercialização de Energia - http://www.tradener.com.br/

UMA PRODUÇÃO
Cia de Canalhas
http://www.ciadecanalhas.com.br

http://www.3clipes1curta.com.br

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

DECISÕES


A nossa existência pode ser comparada a imenso mapa sobre o qual nos movimentamos, e onde a todo instante tomamos decisões sobre o rumo que vamos seguir.


Nesse caminhar, as opções são inúmeras. Existem os atalhos, precipícios, atoleiros, cipoais, rios caudalosos, campos floridos.

E, conforme a nossa decisão, teremos as conseqüências correspondentes.

Existem pessoas que, antes de se movimentarem, traçam com cuidado o seu trajeto. Estendem a visão mental e abrangem todo o percurso que vão percorrer, para evitar surpresas desagradáveis.

Essas dificilmente se enroscam nos espinheiros ou ficam presas em areias movediças. E geralmente superam com facilidade os obstáculos do caminho.

São indivíduos visionários. Ao estender o olhar para além do que as vistas alcançam, estabelecem com acerto o melhor trajeto e as melhores estratégias para alcançar seu destino.

Mas existem pessoas que andam às voltas com os obstáculos que não enxergam, embora estejam a poucos metros de distância.

São criaturas que não têm visão. Não programam suas atividades e por isso sofrem e fazem os outros perderem tempo com suas trapalhadas.

É a dona de casa que decide fazer um bolo e, só depois que já está com as mãos na massa verifica que faltam alguns ingredientes.

Se antes de começar tivesse checado se dispunha dos ingredientes necessários, teria um sofrimento a menos.

A falta de visão também causa estresse e problemas no trânsito.

É o motorista que dirige como se estivesse no quintal da sua casa; não percebe os sinais de trânsito, semáforos, pedestres e outros tantos motoristas que dependem de suas ações para tomar decisões.

Esse tipo causa sérios problemas, pois além de colocar a própria vida em risco, também é um perigo para os outros.

Não usa as setas adequadamente, entra na contramão, pára em local proibido, e geralmente causa confusão e acidentes na via pública.

Pessoas assim são como toupeiras, esses animaizinhos que cavam túneis sob o chão e não têm nenhuma noção de para onde estão indo, pois são praticamente cegos.

Já as pessoas visionárias são como águias. Voam alto e, antes de mergulhar para apanhar seu alimento, buscam uma visão panorâmica do terreno e dificilmente erram o alvo.

É assim que vamos encontrar no meio em que nos movimentamos, pessoas águias e pessoas toupeiras.

A falta de visão tem infelicitado muitas criaturas, pois quando estas se deparam com os obstáculos imprevistos do caminho, se desesperam e perdem o rumo.

Isto se pode constatar diariamente, tanto nos círculos de pessoas comuns quanto nos círculos de pessoas públicas, ambiciosas, cuja cegueira não lhes permite ver que a ganância e o crime sempre conduzem ao lodo.

São livres decisões provocando conseqüências inevitáveis...

Um falso movimento, uma falta de visão, e podemos entrar por caminhos de difícil retorno...

Por essa razão, vale pensar bem antes de iniciar a caminhada. Vale a pena se perguntar: “Aonde eu quero chegar?

Que caminho tomarei: o mais fácil ou o correto?

Terei a meu favor os bons ventos da honestidade e da dignidade?”

Pense que as intenções são decisivas para as conseqüências.

E como reclamar das conseqüências infelizes, senão de nós mesmos, que não tivemos a devida atenção antes de dar os primeiros passos?

Se você tem encontrado muitos obstáculos, e suas ações resultam sempre em sofrimento para você ou para os que o rodeiam, vale pensar um pouco mais antes de decidir.

Por mais que a pressa tente fazer com que você decida sem planejar, detenha-se um instante e lembre-se que a pressa não é boa conselheira, principalmente quando atropela.

Se a providência requer urgência, menos apressada deve ser.

Portanto, já que caminhar é nossa rotina constante, dedicar um tempo para analisar o roteiro mais seguro, é questão de sabedoria.

Afinal, alguns minutos dedicados ao planejamento da rota podem evitar muito tempo de sofrimento e dissabores.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

PÉROLAS DO CORAÇÃO




Conta-se que em um reino havia um rei que, por sua bondade e justiça, era amado por todo seu povo.

Todos os anos, no dia do seu aniversário, um grande jantar era organizado e os três maiores nobres do reino lhe ofertavam presentes.

A esperada data havia chegado. Um grandioso banquete foi preparado.

O momento da entrega dos presentes se avizinhava e um dos três nobres não havia chegado.

Como não podiam mais aguardar, os outros dois se aproximaram do trono.

O primeiro deles ofereceu ao rei um livro, que continha ricas lições de sabedoria.

O soberano sorriu e agradeceu pela gentileza, mas não demonstrou muita empolgação diante do presente recebido.

O segundo ofertou ao rei um belíssimo anel de ouro, que foi recebido com um sorriso e um aceno de cabeça mas, também, sem muita animação.

Foi nesse momento que adentrou o salão o terceiro nobre que, prostrando-se diante do rei, lhe disse:

Majestade, eu não sou digno de vos olhar. Perdoai-me o atraso e também por não vos haver trazido um presente digno de vossa grandeza.

O rei, paciente, olhou para seu súdito e indagou:

Mas, por qual razão tu te atrasaste?

Meu senhor, respondeu o nobre, eu vinha pela estrada trazendo-vos duas preciosíssimas pérolas.

Porém, ao longo do caminho, deparei-me com uma mulher que trazia consigo um filho e ambos estavam famintos.

Para que ela pudesse se estabelecer com a criança em uma estalagem e receber adequada alimentação diária, ofertei ao dono do estabelecimento uma das pérolas.

Ainda no caminho, prosseguiu ele, encontrei um homem que, tendo sua esposa muito doente, pedia esmolas a fim de lhe custear o tratamento de saúde.

Como ninguém o ajudava, entreguei a última pérola, para que ele tivesse as condições necessárias para tratar a doença da esposa.

Por isso, majestade, atrasei-me e tenho as mãos vazias.

Com um largo sorriso no rosto, o rei se levantou do trono, abraçou o súdito e lhe disse:

Homem de bom coração, trazes hoje grande alegria para mim, pois só é possível um homem ser feliz, verdadeiramente, quando os pequenos que o cercam são engrandecidos pelas pérolas da caridade e da benevolência. Obrigado!

domingo, 7 de setembro de 2014

Owl City - Fireflies

Um quarto repleto de sintetizadores e brinquedos dos anos 80...
Este é o espírito do projeto de synthpop proposto por Adam Young. Dica excelente pra quem quer ouvir um som honesto e leve.


sexta-feira, 5 de setembro de 2014

MULHERES LINDAS, CARROS E CATOTAS



No episódio de hoje: MULHERES LINDAS, CARROS E CATOTAS

Algumas vezes um congestionamento pode gerar momentos engraçados. Era aproximadamente meio dia. O sinal fecha e você sentado no banco do carona do carro emparelha com o carro dela. Ela: linda, loira e estilosa, sentada ao volante de um carro "vermelho-pura-sedução". Você todo animado, esboça um sorriso simpático que é sutilmente ignorado. E então aquela bela moça resolve subir os vidros do seu veículo.
"- Quanta arrogância!" - é o primeiro pensamento que vem à sua cabeça. O segundo pensamento é um pouco mais caótico e inconscientemente você deseja que aquela criatura egoísta arda no "mármore do inferno"  (sabe como é né rejeição no transito dói..rs), o melhor acontece logo a seguir...
Acreditando estar protegida pela película "insulfilm" que escurece os vidros do seu carro, a loira inicia uma limpeza delicada no seu "salão de festas" com o dedo indicador. O sinal abre. Ambos veículos começam a se movimentar e aquela cena se torna cada vez mais violenta. Movimentos delicados feitos por seu dedo indicador são substituídos por movimentos grotescos com seu dedo mindinho. O trânsito está lento e você consegue observar aquela cena perfeitamente. O próximo sinal também fecha, mas a guerra da bela moça com aquela catota ainda não acabou. O amor da catota pela moça era tão grande que agora ela havia grudado em sua unha. A moça desce os vidros e tenta expulsá-la com petelecos. De repente, ela se dá conta de que está sendo observada. Você ainda tenta disfarçar trocando a música no rádio mas não consegue mais ficar sério. Parece que quanto mais tenta engolir o riso, mais vontade tem de gargalhar.
"- Por que??? Por que, meu Deus? Será que ninguém a avisou de que seu 'insulfilm' não é escuro o suficiente pra isso? Ou será que ela realmente não está se importando?" - pela reação da pobre coitada, ela não imaginava que poderia ser vista mesmo. Constrangida, ela avança o sinal vermelho e provavelmente leva uma multa, pois ali havia um radar. Com essa multa, essa moça aprenderá a lição! Vai se lembrar dela pelo resto da vida e nunca, mas nunca mesmo,deixará o sorriso de um um caótico inconsequente no vácuo...

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

SABEDORIA DA BORBOLETA




“A mudança só é verdadeira quando acontece de dentro para fora.”

Hoje acordei reflexivo, pensando sobre tudo que acontece ao nosso redor e as consequências que trazem para nossa vida. Sobre as decisões que tomamos, as posturas que adotamos, como reagimos… Em que reflete tudo isso? Quais seus objetivos?

Muitas das guerras que enfrentamos (ou criamos) em nossas vidas são em nome de uma “verdade”, de algo que acreditamos com tanta força que é necessário externá-la e batalhar por sua manutenção.

Mas será que isso é realmente necessário?

Não existe uma única verdade! Não existe uma verdade absoluta, mas sim a NOSSA verdade, que é ÚNICA para cada indivíduo. Batalhar por ela é batalhar por nossos egoísmos, pela nossa necessidade de autoafirmação e autopreservação. Além disso, colocar nossa verdade como única e em combate como sendo superior que a de outro irmão é a prova maior de nossa vaidade, de nossa pequenez em não reconhecer o processo pelo qual este irmão passou para construí-la que, inevitavelmente, é muito semelhante ao que passamos.

Para que servem as guerras senão para a extinção de propósitos distintos? Seria esse o objetivo da caminhada espiritual? Combater verdades contrárias ao invés de convergi-las para o propósito do Amor? Construímos mais promovendo batalhas ou semeando amor?

Se fomos mesmo preenchidos pelo sentimento de comunhão com o Um, não é mais fácil falar do que sentimos ao conhecê-Lo do que tentar desconstruir a consciência alheia? Não é melhor deixar que os outros também sintam o mesmo que nós pelos seus próprios meios? Com suas próprias descobertas?

Assim como buscamos nosso lugar no infinito outros também o fazem, mas cada um pela sua própria estrada. Nenhum caminho é igual, e ninguém pode passar pelas provas ou experiências do outro.

Troquemos as batalhas vaidosas pelas caminhadas conjuntas, os conflitos pelos abraços. Abandonemos as guerras de verdades pela semeadura do amor. A necessidade de convencer pela beleza do SENTIR.

Poderemos, um dia, sermos borboletas, mas ainda estamos longe de abandonarmos nossos casulos.

Que os bons ventos transformem nossos corações.

GRATIDÃO

Engraçado como são as coisas, recebi vários emails com o tema GRATIDÃO, abro o facebook e vejo mais GRATIDÃO, acho que a gratidão está dominando o dia de hoje, então vai ai a minha contribuição com este belíssimo vídeo que fala justamente a respeito dessa palavrinha tão significativa!!!!