quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Caminhando pela estrada da vida







Caminhando pela estrada da vida e observando... Ser como você é, expressar o que sente e sentir a vida reagir a tudo isso, é sim, uma das melhores sensações que podemos ter. Isso significa liberdade, significa eliminar os padrões e máscaras que carregamos para que os outros nos aceitem. A regra é uma só e intocável: quando você se aceita, o mundo o aceita.

Não é o seu destino, nem uma ordem cósmica injusta que determina que você deve sofrer e, sim, a forma como você se coloca perante as situações e pessoas. Por trás de tudo isto, estão o seu equilíbrio pessoal e o seu poder pessoal. Ter poder pessoal significa ser um ser único que reconhece seu valor e suas potencialidades e acima de tudo representa a certeza de alma que o amanhã será sempre melhor do que é o hoje.

No exato momento em que tomamos consciência que somos seres plenos e repletos de luz, percebemos que as situações que um dia fizeram parte de nossas vidas, ou ainda fazem, foram atraídas pelo padrão vibracional que estávamos naquele instante.

A responsabilidade pela escolha da dor ou do amor está em nós mesmos. Decrete para você que este não é o padrão de vida que deseja, procure o equilíbrio pessoal e modifique seu dia a dia.
As emoções são forças criadoras poderosas, são elas que nos movem rumo ao que desejamos, mesmo que de forma inconsciente.

No momento em que você se descobre e percebe o importante papel que tem neste mundo, você se encontra. Neste exato momento você passa, então, a não ser mais escolhido pelos fatos da vida e, sim, a escolher o que é melhor para si. Passa, então, a realizar o seu projeto de vida!

Sua vida não depende do que as outras pensam a seu respeito, ela depende unicamente de você. Você não precisa ser especial ou melhor que os outros, precisa ser um ser em união com o todo.

Após o equilíbrio, feita a descoberta e afirmação de seu poder pessoal, você descobrirá o bem em todas as situações, quer as considere boas ou más, certas ou erradas. Perceberá que é muito mais tranquilo seguir o fluxo da vida, aceitará de coração a vida que tem hoje e, quando a aceitação acontece, a transmutação vem junto de acordo com os seus desejos internos mais verdadeiros. Isto significa também harmonia com o seu ritmo interior.

O relacionamento com os outros representa um dos maiores desafios, porque é só na relação com os outros que os problemas não resolvidos, que ainda estão no subconsciente individual, são tocados e ativados. Muitas pessoas por não se aceitarem e acreditarem que o problema está sempre com os outros, afastam-se da interação com os outros, e com isso conseguem manter sempre a ilusão de que os problemas são sempre causados pelo outros.

Quanto menor for o contato com os outros, mais o sentimento de frustração e solidão se desenvolve em você.
Cuide de seu equilíbrio pessoal e se aceite pelo ser maravilhoso que é e pela enorme diferença que pode fazer na vida das pessoas.


 Maria Isabel Carapinha 


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Aprendendo a Observar





Ao observar seus pensamentos, sentimentos e reações diante do comportamento de alguém, ou de um fato específico, você tem acesso aos julgamentos que faz e, principalmente, às crenças que moldam sua interpretação de si mesmo, das outras pessoas e do mundo. A observação é o caminho para a viagem da autodescoberta.

A observação é uma ferramenta poderosa, pois através do ato de observar, entramos em contato com o que se encontra dentro de nós.
O observador não faz juízo de valor, apenas registra o que percebe, como um pesquisador observa o experimento científico. Essa é a chave para descobrir as verdadeiras motivações dos nossos atos, aqueles que não sabemos explicar, e que nos surpreendem como se fossem alheios à nossa vontade.
O observador, envolvido no ato de observar, encontra-se num estado especial que pode ser comparado a uma espécie de meditação ativa.
De posse de dados e informações sobre o que observamos em nosso modo de funcionamento interior, podemos passar para a próxima fase, que é a do trabalho da autotransformação.
Observar com êxito


A observação deve se sobrepor aos pensamentos pré-concebidos.Precisa resistir à tentação de classificar o que é percebido pelos sentidos.
Observar é aceitar aquilo que é, sem manipulação ou interpretações pessoais. Implica na capacidade de perceber com clareza, sem julgamentos, sem fazer jogos de faz de conta ou tentar distorcer o que se apresentar.
Através da observação ganhamos autoconhecimento, a percepção dos acontecimentos internos que resultam nas circunstâncias de cada um.
Observa-se cada vez menos.Vivemos em meio de bulas para o sucesso, fórmulas da felicidade e indicações sobre o modo de uso para obter felicidade na vida.
Viver sem observar é atuar em prol da vontade do outro, em uma velocidade sem direção. É candidatar-se às frustrações de quem não tem intimidade consigo próprio.
Benefícios da observação


A observação é a ferramenta que abre a compreensão de quem somos, do que nos importa verdadeiramente, do caminho a seguir.
Ao observar deixamos que as coisas passem por nós sem tentar detê-las ou ter controle sobre elas. Facilita a aceitação de experiências passadas, circunstâncias, comportamentos, sem que nos confundamos com eles.
A observação revela que não somos nossos medos, nem nossas resistências. Tampouco, a auto-imagem construída pelo ego contaminado por ilusões.
 Observar requer o exercício da neutralidade.

Esse exercício significa voltar-se para dentro, buscando em si a referência de quem você é. Ao entrarmos no estado de observação nos conectamos com o que não tem início nem fim.Aquilo que não tem nome, independe de palavras e existe, simultaneamente, em todos os níveis de consciência.

Como observar?

Reserve, diariamente, um tempo para estar com você mesmo. Faça disso uma disciplina, uma prioridade em seu dia-a-dia.
O ideal é fazer isso logo depois de acordar ou antes de dormir, momentos em que se está menos impregnado do estresse cotidiano e do excesso de informações. É quando o subconsciente está mais acessível e a mente, mais relaxada.
Observe os pensamentos sem tentar detê-los. Aceite os sentimentos, as imagens, seja lá o que surgir. Nada disso é você - deixe-os ir simplesmente.Lembre-se de observar seus processos sem julgá-los.
Com amor e aceitação, agradecendo a oportunidade de estar em contato com o seu interior.
À medida que aprofundar a capacidade de observar, cultivando o silêncio para ouvir sua voz interna, estará adquirindo as ferramentas que poderão levá a auto-realização.
Ao praticar a observação, perceberá que se tornará cada vez mais fácil, realizar a alquimia interna e superar limitações que têm impedido que alcance suas metas.Como conseqüência, estará mais apto a concretizar seus objetivos de vida, os desejos verdadeiros do seu coração.
A observação revela que só o amor é real e o  observador descobre a paz no ato de observar. Aprende que todas as respostas estão dentro de si.
Observar é voltar para a casa interior em segurança.

Fonte: Grupo Yahoo terapia_dozepassos

sábado, 25 de fevereiro de 2012

O Rio de Janeiro em miniatura

 Jarbas Agnelli, fundador da produtora brasileira AD Studio, e Keith Loutit, fotógrafo e cineasta australiano durante o carnaval de 2011 no Rio de Janeiro capturaram 167.978 fotos para a montagem deste vídeo, utilizando-se da técnica tilt-shift, que faz com que paisagens e pessoas reais pareçam ter se transformado em miniaturas, para ver o resultado é só clicar no vídeo abaixo! Boa diversão!


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

O prazer da simplicidade


Umas das coisas que amo em fotografias é perceber a sensibilidade do artista, sua visão de mundo e sua técnica. Essas imagens pertencem todas á  Achmad Munasit   e foram retiradas do site oficial do artista (é só clicar no nome dele que um link o levará até lá), sou um péssimo critico de arte, mas essas fotografias dão-me  uma sensação de que o tempo pode parar um pouco, a vida pode sim ser menos corrida e bela!




                                 ( http://olavosaldanha.wordpress.com/achmad-munasit/)

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Doctor Who na TV CULTURA


Noticia ótima para quem gosta de bons seriados, a TV Cultura irá a partir de março  transmitir a série Doctor Who, a mais longa série de ficção científica do mundo. Reconhecida e premiada pelas histórias imaginativas, pelos seus criativos e baratos efeitos especiais (no período 1963-1989) e pelo uso pioneiro de música eletrônica.
A série foi exibida durante o período de 1963 até 1989, suspensa até 1996, e relançada com grande sucesso em 2005, desta vez produzida na Inglaterra pela BBC. Doctor Who tem também múltiplos spin-offs (Torchwood e The Sarah Jane Adventures) e presença noutros formatos que não o televisivo (livros, áudio, etc).
A sinopse da série é a seguinte:
Doctor Who é uma série premiada de ficção científica britânica, produzida e transmitida pela BBC. Nela acompanhamos as aventuras de um misterioso viajante do tempo conhecido apenas como "O Doutor" ("the Doctor") que viaja na sua máquina do tempo, conhecida como TARDIS, cuja aparência exterior se assemelha a uma cabine da polícia londrina dos anos 60. Juntamente com os seus companheiros, ele explora o espaço e o tempo, por vezes corrigindo os males e resolvendo problemas que encontra.
Abaixo posto o teaser do seriado que estréia provavelmente na segunda semana de março.


sábado, 18 de fevereiro de 2012

O riacho e a mente







Um dia, Buda ia passando por uma floresta, era um dia quente de

verão e ele estava sentindo muita sede. Disse então ao seu discípulo:

-Volta para trás. Nós passamos por um pequeno riacho a  apenas cinco ou

seis quilômetros. Traz-me um pouco de água - leva a minha tigela. Estou

sentindo-me cansado e com muita sede.

Ele já estava velho. O discípulo voltou para trás, mas quando lá

chegou, tinham acabado de passar alguns carros de bois pelo riacho,

enchendo-o de lama. As folhas secas, que tinham assentado no fundo,

estavam agora boiando na superfície; já não era possível beber esta

água - estava muito suja. Regressou de mãos vazias e explicou:

- Mestre, vai ter que esperar um pouco. Eu vou à frente. Disseram-me

que uns três ou quatro quilômetros mais à frente há um grande rio. Vou

lá buscar a água.

Mas Buda insistiu e pediu:

- Volta para trás e traz a água daquele riacho.

O discípulo não conseguia perceber a insistência, mas, se o mestre

dizia, ele tinha que obedecer. Mesmo vendo o absurdo daquilo - tinha

que voltar outra vez a andar cinco ou seis quilômetros, sabendo que a

água não prestava para beber. E quando já ia se afastando, Buda disse-lhe:

- E não voltes para trás se a água ainda estiver suja, tu senta-te

simplesmente quieto na margem. Não faças nada, não entres no riacho.

Senta-te quieto na margem e observas. Mais cedo ou mais tarde a água

vai ficar limpa outra vez e então podes encher a tigela e regressar.

O discípulo lá foi. Buda tinha razão: a água estava quase limpa, as

folhas tinham-se ido embora, a poeira tinha assentado. Mas ainda não

estava absolutamente limpa, por isso ele sentou-se na margem e ficou

observando o riacho a correr, pouco e pouco, o riacho tornou-se

cristalino.

Então o discípulo regressou a dançar. Ele tinha compreendido porque

é que Buda estava insistindo tanto. Havia nisto uma determinada

mensagem, e ele tinha compreendido a mensagem. Deu a água a Buda,

agradeceu-lhe e tocou-lhe nos pés.

Buda perguntou:

- O que é que estás a fazer? Eu é que te devo agradecer por me teres trazido a água.

- Agora consigo compreender - disse o discípulo - primeiro, eu

fiquei zangado; não demonstrei, mas estava zangado porque era absurdo

voltar para trás. Mas agora entendo a mensagem. Era disto que eu

precisava realmente neste momento. O mesmo acontece com a minha mente -

ao sentar-me na margem daquele riacho, fiquei ciente de que o mesmo se

passa com a minha mente. Se eu saltar para dentro do riacho, vou

deixá-lo sujo outra vez. Se eu saltar para dentro da minha mente,

cria-se barulho, mais problemas começam a vir de cima, para a

superfície. Ao sentar-me na margem, eu aprendi a técnica. Agora vou

sentar-me também ao lado da minha mente, a vê-la com toda a sujidade e

problemas e folhas velhas e mágoas e feridas, memórias, desejos. Se me

preocupar, vou ficar sentado na margem à espera do momento em que tudo

fique limpo.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

CONSELHO







Um conselho para ti: Tenta ser alguém de quem a tua essência se orgulharia. 

Tenta ser o que ela gostaria que tu fosses. A tua essência é o mais íntimo de ti, a energia mais pura a que possas aceder. 

Quando és algo de que ela se orgulha, é sinal de que já acedeste. Que sabes quem ela é e a respeitas. E queres ser como ela porque aceitas essa energia como única e indeformável.

Quando tentas ser quem não és, ela fica triste, abatida e tímida. 

Quanto te aceitas e perdoas, ela fica livre, poderosa e cristalina. Vive mais tempo e pode cumprir mais missões na terra.

 Tu vives feliz, porque sabes quem és e podes – e sabes – lidar com isso.

 E eu, cá de cima, vejo brilhar mais uma estrela, que é a junção da mente, a alta frequência da aceitação, com a luz, a alta frequência da essência.

Tenta viver do modo que a tua essência gosta. 

Ela viverá mais anos e será mais feliz. 

E o ego, essa voz na cabeça que diz para não arriscares, não avançares, que diz que não és capaz, que não vale a pena, essa energia de auto-restrição, rejeita-o pura e simplesmente.

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Os Quatro Compromissos




Um dos meus livros de cabeceira, os "Quatro Compromissos" é uma obra do médico e escritor Miguel Ángel Ruiz, nesta obra o autor aborda os quatro pilares da filosofia tolteca.
Sua linguagem acessivel e extremamente agradável  transforma assuntos de dificil compreensão em um texto didático e extremamente fluído.
Abaixo posto um resumo dos quatro compromissos, se você leitor gostou do que leu procure pelo livro e veja a versão integral  dos textos e comprove por sua prórpia pratica o que é ensinado.

1 - PRIMEIRO COMPROMISSO:
SEJA IMPECÁVEL COM SUA PALAVRA
É o compromisso mais importante. É através da palavra que expressamos nosso poder criativo, quer seja através da fala ou do pensamento. É o mais poderoso instrumento que possuímos, e tanto pode ser usado para nos libertar como para nos escravizar.

O primeiro passo é ter consciência do poder da palavra. E aí então, torná-la impecável. Impecável significa "sem pecado". Bom, mas o que é pecado? Pecado é quando vamos contra a nossa natureza mais íntima, a nossa essência. Ou seja, sempre que nos julgamos, estamos pecando. Sempre que nos julgamos, nos criticamos, nos culpamos, nos condenamos, estamos pecando. E isso cria uma série de conflitos em nossa vida. E assim sem percebermos vamos nos escravizando a esses conflitos.

Se passarmos a sermos impecáveis com nossa palavra iremos, pouco a pouco, re-criar nossa vida na direção do bem, do amor, da harmonia. E nos libertar do conflito.

Esse é um compromisso difícil de assumir, pois vai contra muito do que nos ensinaram. Por isso que é fundamental, antes de tudo, acreditar no poder da palavra, pois foi esse mesmo poder, usado erradamente, que criou tanto conflito em nossa vida.

O próximo passo é assumir consigo mesmo o compromisso de sermos impecáveis com nossa palavra. Devemos observar a nós mesmos, o que dizemos, o que pensamos, e ir modificando nossa palavra. Observar a forma como falamos com nós mesmos (nosso diálogo interior) e evitar qualquer pensamento de crítica, julgamento, culpa, substituindo- os por pensamentos de apoio, afeto, confiança, aceitação. Aos poucos vamos realizando também esse processo na forma como lidamos com os outros, como falamos com eles, como pensamos sobre eles.

Ser impecável com nossa palavra é usar nossa palavra para cultivar a semente do amor que existe em nós. É só em terreno fértil que esse amor pode crescer e frutificar.

2 - SEGUNDO COMPROMISSO:
NÃO LEVE NADA PARA O LADO PESSOAL:
Se você leva as coisas pro lado pessoal é porque, em algum nível, você concorda com o que está sendo dito.

Nós costumamos levar as coisas pro lado pessoal devido a uma coisa chamada "importância pessoal". Achamos que tudo o que acontece a nossa volta tem a ver conosco. Será que tem mesmo?

O que os outros fazem, dizem ou pensam tem a ver com a forma como os outros vêem o mundo, e não tem nada a ver com você. Já parou pra pensar nisso?

Os outros vêem o mundo baseado nos compromissos que assumiram consigo mesmos (suas crenças) e isso não tem nada a ver com você.

Quando você se sente ofendido ou magoado por outra pessoa sua reação é defender seus compromissos (suas crenças) como algo certo, estabelecido, como uma "verdade", quando são apenas suas crenças. Saiba que os outros não tem nada a ver com suas crenças.

Daí tantos conflitos e tanto caos criado em nossas vidas. Eu levo tudo pro lado pessoal, e os outros também. Eu defendo meus pontos de vista e os outros defendem os pontos de vista deles.

Não deveríamos levar nada para o lado pessoal, nem as críticas e nem os elogios.

Não levar nada para o lado pessoal é viver em estado de tal amor que todo o mundo ao nosso redor é visto por esse prisma, sob o ponto de vista do AMOR. Se vejo tudo com olhos amorosos, me liberto das críticas e até dos elogios.

O contrário do amor é o medo, e quanto mais medo tivermos em nós, mais levaremos as coisas para o lado pessoal, criando caos e conflito.

Escolha: quero ver o mundo com olhos medrosos? Ou quero ver o mundo com olhos amorosos? Assuma o compromisso de não levar nada para o lado pessoal, vendo tudo com olhos amorosos.

3 - TERCEIRO COMPROMISSO:

NÃO TIRE CONCLUSÕES:
Temos tendência a tirar conclusões sobre tudo, a presumir verdades.

É por isso que levamos tudo pro lado pessoal, porque acreditamos em nossas conclusões, em nossas "verdades", e como criamos conflito por isso...

Buscamos conclusões porque buscamos nos sentir seguros.

Tiramos conclusões até de nós mesmos. De onde você acha que vem nosso autojulgamento? De nossas conclusões sobre nós mesmos!

Não tirar conclusões significa viver a vida como ela é, dinâmica, viva, aberta, eternamente em movimento. Pare de presumir verdades e simplesmente viva!
Claro que você pode saber mais sobre uma pessoa ou uma situação. Nesse caso, faça perguntas, quantas achar necessário, mas nunca ache que você detém toda a verdade. Tal coisa é impossível..


QUARTO COMPROMISSO:

DÊ SEMPRE O MELHOR DE SI:
Esse compromisso se refere a ação dos três compromissos anteriores.

Sempre dê o seu melhor, mas lembre que esse melhor nunca será o mesmo, pois tudo sempre está mudando. Lembra quando disse que a vida é dinâmica, aberta, sempre em movimento? Pois é! Por isso, não busque aquele melhor idealizado que só existe nos filmes e que nos ensinaram (esse melhor idealizado só serve pra nos criticarmos, pois nunca conseguimos atingi-lo).

Dar o melhor de si significa não se esforçar exageradamente nem fazer corpo mole. Dê o seu melhor de cada momento, nem mais, nem menos.

Quando você faz o seu melhor pode ter prazer na ação, ao invés de fazer as coisas apenas esperando resultados, apenas esperando a recompensa.

Dar o seu melhor é ser feliz desde agora!

Assim, você irá atingir um ponto em que tudo o que você faz é sempre o seu melhor.

Sempre que não conseguir manter um dos compromissos anteriores, não há problema, não se julgue, não se culpe. Você deu o seu melhor! E siga em frente.



sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Condicionamentos





Desde o início de nossas vidas, vamos sendo moldados pelas experiências que vivenciamos. A mente e o corpo físico se tornam repletos de condicionamentos gerados pelos conceitos e valores que nos foram impostos e pelas experiências emocionais que ficaram registradas em nossas células.

Como, então, libertar-se desta prisão, e encontrar a cura para a angústia e o sofrimento que nos afligem? O nosso primeiro passo, geralmente, é buscar ajuda em algum processo terapêutico, onde, através da análise racional dos acontecimentos de nossa vida, procuramos descobrir as raízes dessas dificuldades.

E certamente conseguimos identificar a maioria delas através deste processo. Seguimos, então, outros caminhos, através de terapias corporais, que nos auxiliem na liberação dos nós emocionais registrados em nosso corpo físico.

Este é um trabalho longo, que pode durar anos e, ao final, vamos descobrir que apesar dele, seguimos ainda sem conseguir alcançar o estado de paz e serenidade com que sonhamos.

Ao chegar a este estágio, certamente, muitos de nós já entenderam que é necessário ir além, ultrapassar a dimensão da mente, do corpo e das emoções. E, ao fazer isto, chegamos à descoberta, surpreendente, de que a solução estava ali dentro, oculta sobre as camadas de condicionamentos que carregávamos. Começamos a explorar um novo terreno, até então desconhecido, que é o da consciência.

Quando passamos a observar nossos pensamentos e nossas emoções, percebemos que é possível obter um distanciamos deles, como se não nos pertencessem.

Conseguir realizar esta mudança, do papel de sofredor para o de observador, é que fará toda a diferença. A partir daí, nenhum esforço é necessário, mas apenas relaxar e deixar que nossa essência se expresse, levando-nos para uma dimensão em que o relaxamento e a paz serão nossa única realidade.

"...duas diferentes abordagens com relação à realidade interior do homem.

A abordagem Ocidental é de pensar sobre o problema, encontrar as causas do problema, penetrar na história do problema, no passado do problema, para desenraizar o problema desde o princípio, para descondicionar a mente, ou para recondicionar a mente. Para recondicionar o corpo, para retirar todas aquelas impressões que foram deixadas no cérebro. Essa é a abordagem Ocidental...

...O Oriente tem uma perspectiva totalmente diferente. Primeiro, diz que nenhum problema é sério. No momento em que você diz que nenhum problema é sério, o problema está quase noventa e nove por cento morto. Toda a visão disso se altera. A segunda coisa que o Oriente diz é: o problema existe porque você está identificado com ele. Isso não tem nada a ver com o passado, nada a ver com sua história. Você está identificado com ele; essa é a coisa real. E essa é a chave para resolver todos os problemas.

Por exemplo, você é uma pessoa raivosa. Se você for para o psicanalista, ele dirá, "Penetre no passado: como surgiu essa raiva? Em quais situações isso ficou cada vez mais condicionado e impresso em sua mente? Teremos que lavar todas essas impressões; teremos que varrê-las. Teremos de limpar completamente seu passado".

Se você for para um místico Oriental, ele irá dizer, "Você pensa que você é a raiva, você se sente identificado com a raiva. Eis onde as coisas estão dando erradas. Na próxima vez que a raiva acontecer, seja somente um observador, seja apenas uma testemunha. Não fique identificado com a raiva. Não diga, 'Estou com raiva'. Não diga, 'Estou raivoso'. Apenas veja isso acontecendo como se estivesse acontecendo numa tela de TV. Olhe para si mesmo como se você estivesse olhando para outra pessoa.

Você é pura consciência. Quando a nuvem de raiva chega ao seu redor você apenas a observa e permanece alerta para não ficar identificado. A coisa toda é como não ficar identificado com o problema. Uma vez aprendido isso... e desse modo não existe mais a questão de 'tantos problemas' porque a chave, a mesma chave abrirá todos as fechaduras. É assim com a raiva, é assim com a avidez, é assim com o sexo: é assim com tudo mais que a mente for capaz de criar...
...Essa é a beleza da conscientização: a consciência pode se livrar de qualquer coisa. Não há nenhuma barreira para isso, nenhum limite para isso...

Toda a metodologia Oriental pode ser reduzida a uma palavra: testemunhar. Toda a metodologia Ocidental pode ser reduzida a uma palavra: analisar. Analisando, você fica circulando. Testemunhando, você simplesmente sai fora do círculo.

A abordagem Oriental é para tornar-se ciente do céu. A abordagem Ocidental lhe torna mais e mais alerta das nuvens, e lhe ajuda um pouco, mas não lhe torna cônscio de seu âmago. A circunferência, sim; você se torna um pouco mais cônscio da circunferência, mas não cônscio do centro. E a circunferência é um ciclone. Você terá que descobrir o centro do ciclone. E isso só acontece através do testemunhar...
...É assim que um Buda funciona... um Buda também usa a memória, mas ele não está identificado com ela. Ele utiliza a memória como um mecanismo.

...E quanto a todas as impressões deixadas no cérebro, na musculatura do corpo?"

Elas estarão lá, mas como uma semente: potencialmente presente. Se você se sentir muito só e desejar problemas, você pode tê-los. Se você se sentir muito miserável sem miséria, você pode tê-los. Eles irão sempre permanecer disponíveis, mas não precisa tê-los, não há nenhuma necessidade de tê-los. Isso será sua escolha". 
OSHO

Elisabeth Cavalcante 

Fonte:Terapia_DozePassos@yahoogrupos.com.br

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

A maneira correta de se amarrar os sapatos

Caraca, sempre amarrei meus sapatos de maneira errada! Por isto que gosto destes videos do projeto TED!




domingo, 5 de fevereiro de 2012

Time is Nothing Around The World Timelapse

O autor deste vídeo o fotografo Kien Lam, viajou por 17 países, em um período de 343 dias, e tirou nada mais nada menos que 6237 fotografias que formam  essa obra maravilhosa que agora eu posto aqui no blog.
PS: Ainda ei de conhecer ao menos metade dos países que este cara visitou...rssssssssssssssss


Time is Nothing // Around The World Time Lapse from Kien Lam on Vimeo.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Karma





( Olhando a ilustração acima podemos perceber que é possível levantar-se e retirar a cadeira da linha dos dominós. )




Problemas ou solução? 



É comum diante de situações adversas
e dolorosas perguntarmos:


“Por que isso acontece comigo?” 


Quando a dor nos visita, é comum culparmos o mundo externo por nossos sofrimentos e não assumirmos que somos responsáveis por tudo o que nos acontece.


Mas é preciso enxergar essa realidade 



Não raramente, os fatos que nos afetam estão ligados ao passado, por vezes desta vida e muitas vezes de vidas passadas.

Lá atrás, o que não necessariamente tem de ser de sua última encarnação, muitos atos desequilibradores podem ter sido colocados em movimento e talvez você esteja colhendo os frutos agora.

Como lidar com isso? Será que o Karma de vidas passadas obrigatoriamente tem de estar ligado a sofrimento e problemas?


O Que é o Karma?


Karma é uma palavra do sânscrito que define a lei de causa e efeito, ou seja: “O que o homem semeia ele colherá”.

Se entendermos o seu significado em sânscrito-ação-, podemos chegar a algumas conclusões.

Toda a ação implica uma reação; portanto, ao colocarmos em movimento qualquer ato, pensamentos ou palavras, teremos uma reação desse movimento.

Ação significa também que quando lidamos com acontecimentos cíclicos, que é o que o Karma é, precisamos estar atentos para agir de acordo com o que a situação nos propõe. Nada acontece por acaso...

Se você estiver vivendo sob pressões desafiadoras, assuma o controle de sua vida e entenda que o que está acontecendo com você está de acordo com a lei cíclica, ou seja, tudo o que não aprendemos ou vivemos em desarmonia no passado terá de voltar acontecer, mesmo que em condições diferentes, contudo similares, para tentarmos novamente.

Tracemos um paralelo: Quando estudamos em um colégio ou faculdade, se não formos bem em determinadas matérias, teremos que refazê-las e, por vezes, até repetir o ano.

Assim funciona a lei de Causa e Efeito, ou o Karma.

Refaremos os passos de que erramos por que nossa consciência Divina assim o exige. Mesmo que não lembremos, tudo está gravado em nós e na hora certa atrairemos situações que nos ajudarão nessa reciclagem.

Deus não profere um julgamento a cada ato pessoal, mas criou leis perfeitas que dirigem o Universo e por causa do nosso livre-arbítrio dá chances iguais a todos nós.

Nesta Nova Era, que abriu uma brecha na herança das Religiões que impuseram culpas e castigos para resgatar nossas faltas perante a lei Divina, devemos reformular nossos pensamentos e crenças.

Ao tomarmos consciência de que vivemos um Karma negativo-sim, porque podemos colher frutos de nossas ações positivas e isto é Karma- reflitamos no que o Mestre Jesus afirmou:

“Muito lhe foi perdoado porque muito amou, mas quem pouco perdoa, é porque pouco ama” (Lucas 7; 47).


Como transformar o Karma?


Primeiramente, mudando a visão que temos do problema que nos aflige. Eis um modo de pensar errado: “Não posso mudar, é meu Karma”. Ou “Tenho de sofrer muito! São erros do passado”.

Tive uma cliente que não se perdoava porque, em uma época muito difícil de sua vida, fizera um aborto.

Conversamos e concluímos que, naquela época, ela não acreditava que Deus manda o frio conforme o cobertor.

Ela não acreditava que o amor Divino traz abundância e abre espaço para auxílios que no momento de aflição não percebemos, mas, se confiarmos, tudo de bom vira ao nosso encontro.

Como não tinha a visão amorosa da vida que tem hoje, no desespero abortou.

A pergunta é: Ela colherá frutos de seus atos? Com certeza. Mas será que ela poderia refazer esses passos de outra forma?

Desejava ter outro filho, mas por estar solteira, não havia possibilidade naquela fase, nem dinheiro disponível para tratamentos médicos que não envolvessem um parceiro.

Além disso, sua idade madura desaconselhava engravidar mais para frente. Mas isso seria necessário?

Orientei-a a se perdoar em primeiro lugar, pois não havia cura sem perdão e pedi que tentasse trabalhar com crianças carentes como voluntária.

Essa ação cheia de amor apagaria de seu Espírito sua ação dequilibrada do passado e em outra oportunidade poderia abrir espaço para outro filho, fosse nesta ou em outra vida. Feito isto, hoje ela se sente muito melhor e está de bem com a vida.


Solução... 



Para muitos, o Karma parece ser a solução. Existem pessoas que, apesar de todo o sofrimento que passam, o superam e realizam obras belíssimas.

Lars Grael, em 06/06/98, quando participava de uma regata em Vitória, foi atingido por um barco em alta velocidade que decepou sua perna direita: uma pessoa não participante da prova desrespeitou a sinalização de bóias e dos atletas que estavam no local, provocando a tragédia.

Este trágico acidente, que poderia ter encerrado sua carreira de velejador, não o desanimou. Pelo contrário, em 2001, assumiu o cargo de Secretário Nacional de Esportes, no Ministério do Esporte e Turismo e põe em prática suas idéias, como os projetos Grael-Projeto Navegar para crianças e Esporte Solidário (atende pessoas carentes e tenta a liberdade com objetivos de recuperar os presidiários).

Um outro bom exemplo de pessoas que ultrapassam os limites que a vida impõe está relacionado à vida do genial Stephen Hawking, nascido em Oxford, Inglaterra, e considerando o mais brilhante físico teórico, desde Albert Einstein.

Matemático, astrofísico e doutor em Cosmologia, em 1963 descobre que está com uma doença chamada esclerose lateral amiotrófica, doença que afeta a capacidade neuromotora do corpo.

Desde 1985, após uma pneumonia, precisa de cuidados 24 horas por dia e graças à sua incrível determinação, escreveu vários livros, continuou dando aulas e seminários, apesar de não falar desde aquela data; comunica-se com a ajuda de um sintetizador de voz e um computador portátil.

Atualmente, ocupa a cadeira de Isaac Newton como Professor of Mathematics na Cambrige University na Inglaterra. Muitas vezes, a descoberta de talentos novos pode estar ligado às dificuldades por que passamos e, claro, à revalorização da vida.


Serena Salgado