domingo, 29 de janeiro de 2012

São Paulo em timelapse

Adoro a cidade de São Paulo e também adoro aquelas  imagens usando a técnica de timelapse, foi uma grata surpresa quando encontrei no site de videos Vimeo o trabalho do Julio Brunet Rocha. Ele fez e juntou 2.339 fotos de São Paulo em seu ritmo caótico que, timelapsado, torna-se algo belíssimo de se ver!

#SP458 Timelapses from Julio Brunet Rocha on Vimeo.

sábado, 28 de janeiro de 2012

When you believe ( Se você crer)

Dando aquela olhada no youtube encontrei essa versão da música do desenho da Dreamsworks " O Príncipe do Egito", trata-se da música tema cantada em vários idiomas, uma montagem muito bem feita e extremamente emocionante! Bom vídeo!



E para quem gostou da música aqui vai a tradução em português!


Mais de um louvor
Fizemos sem ninguém ouvir
Esperançosa é a canção
Que está no coração
Não temos mais temor
Embora possam nos ferir
Movemos montanhas
Com o poder da oração
Milagres são reais
Quando se crê
Deve haver fé, não desistir
Milagres é só crer
Você vai ver
Se você crer, vai coseguir
Mas só se você crer
Em tempos de dor
Quando orar costumar ser em vão
A esperança é como as aves
Que migram no verão
Mas eu estou aqui
Eu estou aqui
Sentindo forte o coração
Busco a fé e digo sempre
O que jamais pensei dizer
Milagres são reais
Quando se crê
(Quando se crê)
Deve haver fé, não desistir
(Desistir)
Milagres é só crer
Você vai ver
(Você vai ver)
Se você crer, vai conseguir
(Conseguir)
Mas só se você crer
(Mas só se você crer)
Ashira l'adonai ki ga'oh ga'ah
(Cantarei ao Senhor porque Ele triunfou gloriosamente)
Ashira l'adonai ki ga'oh ga'ah
(Cantarei ao Senhor porque Ele triunfou gloriosamente)
Michamocha, ba-elim adonai
(Quem é como Vós entre os deuses, oh Senhor?)
Michamocha nedar-bakodesh
(Quem é como Vós, glorioso em divindade?)
Nachitah v'chasd'cha, am zu ga'alta
(Em Vossa misericórdia, Vós nos guiais, Vós nos salvais)
Nachitah v'chasd'cha, am zu ga'alta
(Em Vossa misericórdia, Vós nos guiais, Vós nos salvais)
Ashira, Ashira, Ashira...
(Cantarei, cantarei, cantarei...)
Ashira l'adonai ki ga'oh ga'ah
(Cantarei ao Senhor porque Ele triunfou gloriosamente)
Ashira l'adonai ki ga'oh ga'ah
(Cantarei ao Senhor porque Ele triunfou gloriosamente)
Michamocha, ba-elim adonai
(Quem é como Vós entre os deuses, oh Senhor?)
Michamocha nedar-bakodesh
(Quem é como Vós, glorioso em divindade?)
Nachitah v'chasd'cha, am zu ga'alta
(Em Vossa misericórdia, Vós nos guiais, Vós nos salvais)
Nachitah v'chasd'cha, am zu ga'alta
(Em Vossa misericórdia, Vós nos guiais, Vós nos salvais)
Ashira, Ashira, Ashira...
(Cantarei, cantarei, cantarei...)
Milagres são reais quando se crê,
deve haver fé, não desistir (não desistir).
Milagres é só crer, você vai ver (você vai ver).
Se você crer, vai conseguir, conseguir...
mas só se você crer...(se você)...
Mas só se você crer

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A tecnologia de contar histórias






Uma belíssima palestra de Joe Sabia a respeito da arte de contar histórias e suas tecnologias!!!



terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A VIDA É UMA ESCOLHA ENTRE O MEDO E O AMOR

Um belo vídeo tirado do final do Documentario Zeitgeist , produzido por Peter Joseph, aborda temas como Cristianismo,ataques de 11 de setembro e o Banco Central dos Estados Unidos da América. Ele foi lançado online livremente via Google Vídeo em Junho de 2007. Adoro uma frase que é usada neste documentário do cantor Jimmi Hendrix:  “Quando o poder do amor se sobrepuser ao amor pelo poder, o mundo conhecerá PAZ”. Espero que gostem do vídeo.


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Baba Yetu



Baba Yetu é uma tradução do Pai Nosso para o Swahili, uma das diversas línguas da África cantada pelo coral gospel de Soweto, a é também primeira música de video games a ser indicada para o Grammy (“Melhor arranjo instrumental acompanhado por vocalistas”). 








sábado, 21 de janeiro de 2012

O Buscador









Esta é a história de um homem que eu definiria como buscador…  Um buscador é alguém que busca, não necessariamente é alguém que encontra. Tampouco é  alguém que, necessariamente, sabe o que é que está buscando, é simplesmente para quem  sua vida é uma busca. Certo dia, o buscador sentiu que devia ir à cidade de Kammir. Ele  aprendeu a dar importância para estas sensações que vinham de um lugar desconhecido de si  mesmo, assim deixou tudo e partiu. Depois de dois dias de caminhada por caminhos  poeirentos, ao longe avistou, Kammir. Um pouco antes de chegar ao povoado, uma colina à  direita do caminho chamou muito a atenção.
Estava coberta por um verde maravilhoso e havia uma porção de árvores, pássaros e flores encantadoras; rodeada por completo por uma espécie de vala pequena de madeira lustrada. Uma portinhola de bronze o convidava a entrar. Logo, sentiu que esquecera o povoado e sucumbiu à tentação de descansar por um momento naquele lugar. O buscador transpassou o portal e começou a caminhar lentamente entre as pedras brancas que estavam distribuídas como por acaso, entre as árvores. Deixou que seus olhos pousassem como borboletas em cada detalhe daquele paraíso colorido. Seus olhos eram os de um buscador, e talvez por isso, descobriu, sobre uma das pedras, aquela inscrição: Abedul Tareg, viveu 8 anos, 6 meses, 2 semanas e 3 dias.
Surpreendeu-se um pouco ao perceber que essa pedra não era simplesmente uma pedra, era uma lápide. Sentiu pena ao pensar que uma criança de idade tão curta estava enterrada naquele lugar. Olhando a seu redor, o homem percebeu que a pedra ao lado também tinha uma inscrição. Aproximou-se para lê-la, dizia: Yamir Kalib, viveu 5 anos, 8 meses e 3 semanas.
O buscador sentiu-se terrivelmente comovido. Aquele belo lugar era um cemitério e cada pedra, uma tumba. Uma por uma, começou a ler as lápides. Todas tinham inscrições similares: um nome e o tempo de vida exato do morto. Mas o que o conectou com o espanto foi comprovar que o que viveu mais tempo mal passara dos 11 anos… Embargado por uma dor terrível sentou-se e começou a chorar.
O zelador do cemitério passava por ali e aproximou-se. O viu chorar por um tempo em silêncio e depois perguntou se ele chorava por algum familiar. Não, nenhum familiar, disse o buscador. O que acontece com este povoado, que coisa tão terrível há nesta cidade? Por que tantas crianças mortas enterradas neste lugar? Qual é a horrível maldição que pesa sobre esta gente que a obrigou a construir um cemitério de crianças?
O ancião sorriu e disse: – “O senhor pode acalmar-se. Não há tal maldição. Acontece que aqui tínhamos um velho costume. Vou lhe contar. Quando um jovem cumpre quinze anos seus pais lhe presenteiam com uma caderneta, como esta que tenho aqui, pendurada no pescoço. E é tradição entre nós que a partir dali, cada vez que desfrutamos intensamente de algo, abrimos a caderneta e anotamos nela: à esquerda, o que foi desfrutado… À direita, quanto tempo durou o gozo. Conheceu a sua namorada e se apaixonou por ela. Quanto tempo durou essa paixão enorme e o prazer de conhecê-la? Uma semana? Duas? Três semanas e meia?
 E depois… a emoção do primeiro beijo, o prazer maravilhoso do primeiro beijo, quanto durou? Um minuto e meio de beijo? Dois dias? Uma semana? …E a gravidez ou nascimento do primeiro filho…? E o casamento dos amigos…? e a viagem mais desejada…? E o encontro com o irmão que voltou de um país distante…? Quanto tempo durou o desfrutar dessas situações?… horas? Dias?… Assim vamos anotando na caderneta cada momento que desfrutamos… Cada momento. Quando alguém morre, esse é nosso costume. Abrir sua caderneta e somar o tempo de desfrute para escrever em sua tumba, porque esse é para nós, o único e verdadeiro tempo vivido”. Pense nisso!

Jorge Bucay, in Cuentos para Pensar, Editorial Nuevo Extemo, Buenos Aires, Argentina, 1997. Texto original